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Pedagogia com amor

“Enquanto eu luto, sou movido pela esperança;

E se eu lutar com esperança, posso esperar.”

 

É com uma citação de Paulo Freire que vou começar a falar sobre a importância de se lutar por um ensino de qualidade em um mundo onde tudo está perdido. E em meio a toda essa perdição entra o amor a luta a esperança em querer se tornar um pedagogo, um guia capaz de conduzir a criança e o jovem em direção ao saber atuando em espaços escolares e não escolares em diferentes fases do desenvolvimento humano é nessa luta de querer desenvolver a nós mesmos e aqueles que serão nossos futuros alunos que entra a esperança de não desistir de introduzir o amor.

Amor ao que fazemos, ao que olhamos, ao que ouvimos e principalmente amor a nós mesmo e ao meu próximo para que a humanidade volte a se achar sabendo que o amor une a todos e é esse sentimento que deve ser utilizado para ensinar e praticar nos lares e nas escolas. Como já dizia Pestalozzi:

 

 “O pedagogo que utiliza o amor em tudo que for fazer e principalmente com seus alunos ele garante condições básicas para o desenvolvimento e aprendizagem, e não é somente dando carinho mas dando respeito, corrigindo mal comportamento e atendendo a individualidade de cada um.”

 

E é isso que quero deixar aqui registrado para que possamos reavaliar nossos conceitos a respeito da Pedagogia, pois nem sempre o melhor método está em um conteúdo, nas palavras lidas e escritas mais nas observações das pessoas e dos objetos, de tudo que está a nossa volta, pois quem observa, para pra prestar atenção e ver onde estão as verdadeiras carências de seus alunos podendo desenvolver um trabalho diferenciado com a esperança de ajudar a perspectivas de vidas de muitos alunos que são desacreditados e mostrarmos pra eles que “Ainda que tenhamos todos os direitos, se não tivermos, amor nada teremos”. (1 Coríntios 13:2).

 

Rejane Vieira

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